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"Habemus" gripe

por Ni, em 20.01.15

Eu andava desconfiada, andava, sim senhora, pelos meses (meses!!) sem que parasse por cá uma faltazinha de ar, uma febre descontrolada, uma pneumoniazinha...

Andava desconfiada, mas não divulgava, que "yo no creo en brujas pero que las hay, las hay", até que no sábado, depois da festa, chegou a febre. Chegou em força e foi-se arrastando até hoje, e hoje, porque, afinal, a falta de outros sintomas é mais inquietante do que umas ranhocas, umas tosses ou dores de garganta associadas à febre, hoje, como eu dizia-escrevia lá fui às urgências. 

É gripe e o miúdo tem de ficar em casa debaixo de olho, e termómetro , até sexta. Fico de rastos, como sempre. Ao fim de 9 anos de mãe, sei que se há uma coisa no mundo que me derruba é ter os meus filhos doentes. Por fora sou toda aço para os segurar nos braços, mas por dentro sou cristal do mais frágil...

...aqui, deste lado da montanha.

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De boca aberta II

por Ni, em 01.04.13

Já vos disse neste post que tenho esta relação fácil com consultórios dentários e dentistas e que fomos todos ao dentista. Costumo ter um certo cuidado com os dentes e quase nunca tenho grandes problemas, porque faço consultas regulares que evitam que as pequenas coisas se tornem grandes. 

 

Mas desta vez não fui a uma simples consulta de rotina. Fui porque me apareceu na gengiva algo semelhante a um... dente (??). Nem vale a pena consultar a net para perceber se é normal haver dentes a nascer quando uma pessoa tem quase 40 anos. Não é normal foi a coisa menos assustadora que li. Assim sendo, pergunta-se a quem sabe.

 

Ora, explicações feitas, e depois de algum esforço (ele está bem, bem, escondido pelo último dente), a médica lá o viu. Assim, sem ortopantomografia, a seco, é um dente do siso. {#emotions_dlg.barf}

E pronto, eis, ao fim de 38 anos, quase 39, a explicação para esta falta de juízo que por vezes me assalta e que tenho dificuldade em controlar. Afinal a culpa é do dente do siso que não nasceu...

 

Parece-me, também, que não chegará a nascer. Uma vez que o espaço é pouco até para os dentes que já existem, a médica está tentada a arrancá-lo antes de nascer. E, se isso acontecer, nunca virei a ter o juízo suposto???

 

A parte boa é que quem faz as cirurgias é um médico muito, muito, giro...

 

 

...aqui, deste lado da montanha.

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De boca aberta

por Ni, em 01.04.13

Hoje foi dia de ficar de boca aberta. Todos ao dentista. Os miúdos, porque tenho esta relação fácil com consultórios dentários e dentistas que gostaria de passar-lhes e eu, porque tenho esta relação fácil com consultórios dentários e dentistas que gostaria de manter.

A miúda já tinha sido vista duas vezes pela higienista, no Centro de Saúde, de acordo com o Programa Nacional de Higiene Oral, mas, entretanto, foi ficando difícil fazer marcações, porque agora já só no fim do mês, ou porque agora estamos à espera de material, ou ah! agora não temos vez, enfim, o costume quando as coisas são gratuitas. Lá resolvi marcar-lhe consulta na dentista. Aproveitei a viagem e levei o miúdo, pela primeira vez.

 

A miúda tem uns dentes ótimos, sem uma cárie. Mas tem sete anos, logo, pelo que me foi explicado, deverá colocar selantes nos primeiors molares (claro que isso não é comparticipado pela ADSE), para evitar possíveis cáries. A agendar, portanto. Para além disso, tem os dentes da frente bastante separados, sendo que a razão é a existência de fibras do freio entre os dentes, o que se resolve com o chamado "corte no freio"... Agendado.

 

Já o miúdo, com 3 anos, está com 5 cáries {#emotions_dlg.serious}. E, não, a razão não é negligência na higiene. A razão é mesmo ignorância dos pais... Bombinhas de medicamentos para asma, bronquite asmática e afins devem sempre ser aplicadas antes de escovar os dentes. Confesso, o singulair, que ele toma diariamente, nós sempre lhe demos antes de escovar os dentes, mas a bombinha, também diária,  era mesmo ao deitar. Resultado: mesmo sem ver, a médica foi logo dizendo que isso era um grande erro, porque se suspeitava da relação direta entre bombinhas e cáries... A médica foi uma querida e disse logo que o mais importante era evitar que as cáries aumentassem e que o importante, agora, era ele ver o dentista como uma coisa que não era má. Nada de tratamentos, para já. Mas muito controlo e alteração de hábitos.

 

...aqui, deste lado da montanha.

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