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Anti-depressivos

por Ni, em 06.05.10

Os meus anti-depressivos são um vício. Todos os dias quero mais, e gosto...

 

Querem saber o que tomo? uma hora de exercício físico, de preferência acompanhado por uma música bem ritmada. Adoro ficar fisicamente tão cansada que a minha mente parece abandonar-me e entrar em transe. Durante uns minutos vagueio pelos sons e canso-me, canso-me muito. Sempre foi assim. Sempre resultou, porque tenho prazer em saltar, dançar e, depois, alongar e sentir o rosto a ferver.

 

Efeitos secundários: boa-disposição, corpinho mais firme, vontade de dar uns amassos no marido...

Utópico demais para ser verdade? Talvez, mas é assim que eu levo a vida!

 

Escrevi há pouco anti-depressivos porque tenho outro. É um mais forte, para tomar em s.o.s., especialmente indicado para depressões pós-parto e para quando os nossos filhos ficam internados e temos de os obrigar a ser picados e a sofrer e para quando estamos tão sós que parece não haver mais ninguém no mundo, e para quando estamos tão tristes que não conseguimos dizer uma palavra ou sequer chorar, mas esse anti-depressivo é só meu, guardo-o no meu coração e sou viciada nele, todos os dias quero mais, e gosto...

 

...aqui, deste lado da montanha.

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Sobre "Os maus dias bons"

por Ni, em 01.03.10

(a propósito do que falámos ontem, teria escrito mais isto, se soubesse que tu não vinhas ler)

 

Embora o post anterior seja a tentativa de expressão de vários sentimentos que me atingiram ontem, penso que é, também, um exemplo de como ficamos sensíveis e estranhas num pós-parto. Eu, pelo menos, às vezes, sinto-me assim. Sou "para cima" e "sempre a andar", mas, agora, tenho momentos de não eu... Às vezes acho que, por isso, algumas mulheres entram em depressão pós-parto, porque não têm a sorte de ter uns amores, como eu, que lhes salvem os dias.

 

...aqui, deste lado da montanha.

 

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Licença para amar

por Ni, em 26.11.09

 Não tenho tido oportunidade para vir aqui escrever. Aliás, estou a fazê-lo com o meu mais novo amor ao colo, que vai chorando por atenção, porque é um miminho/mimento e quer colo, colo, ternurinhas e beijinhos. E eu dou-lhe o que ele vai pedindo porque, afinal, a licença de maternidade é para isso. Não é para arrumar a casa, lavar  roupa, arrumar gavetas, fazer coisas. Não, não é licença de dona de casa, nem licença de bricolage, nem licença de feminismo.É licença para ser mãe. Por isso, às vezes, não tenho tempo para tomar banho, para me vestir ou para comer, mas, mesmo suja, em pijama e esfomeada, estou feliz com o meu rebento ao colo.

Portanto, desculpem lá não aparecer por aqui com tanta frequência nos próximos dias: estou ocupada a amar!

 

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