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Areias na toalha 2

por Ni, em 15.08.13

Aviso: este post é deixaláverseeuconsigoparecerdesportistofóbico. Se é um dos meus dois, vá lá três, leitores habituado a leituras mais suaves e maternais salte para aqui.

 

Não sei se já o disse... Odeio areia na toalha.

 

 

Para além disso, porque é que eu vejo pessoas a correr na praia, como se não houvesse amanhã, quando os seus corpos são a prova irrefutável de que estas três corridas e duas caminhadas longas, que fazem nos oito dias em que vão à praia, são o único exercício que fazem no ano todo? Deixem-se estar sossegaditos. E comam mais uma bola de Berlim...

Cada vez estou mais certa de que estas pessoas devem ser as mesmas que nem têm calções de ciclista, mas não perdem um cicloturismo, ou participam em todas as maratonas e caminhadas solidárias, mas levam sabrinas, porque são confortáveis {#emotions_dlg.sidemouth}...

 

...aqui, deste lado da montanha

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...pedalar, pedalar

por Ni, em 13.05.13

Primeira aula de BTT a sério, entenda-se, na terra, estradão, areia solta, caminhos de terra batida. Uma lição imensa sobre bicicletas, travões, caminhos... e a vida.

 Querem ver? Tal como na vida:

Primeira regra: para voares sobre os obstáculos, primeiro tens de aprender a travar e a desviar-te deles;

 

Segunda regra: quando tens uma parede enorme(gíria para subida íngreme) pela frente, não te fixes no muito que falta para chegar ao fim, conta mentalmente cada pedalada que dás até lá chegar;

 

Terceira regra: há caminhos que, por muito longos que sejam, não te levam a lado nenhum, porque não têm saída e só te deixam uma hipótese - voltar para trás;

 

Quarta regra: quando superas um teu qualquer limite, é infinitamente melhor teres alguém ao teu lado!

 

Obrigada ao treinador por tão boa lição de vida...

 

...aqui, deste lado da montanha.

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À medida que os dias passam, vai sendo cada vez mais difícil manter a dieta. Almoços de Páscoa, folares para provar, jantaradas das férias... Ai, ai! O dia 5 da dieta da Ni não está fácil.

No entanto, o exercício tem sido prato diário. Desta vez limpei o pó da bicicleta:

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Bem, hoje quase, quase, que quebrava, logo assim à nascença, o meu programa menos quatro quilos em quatro meses. Manhã inteirinha de relatórios, tarde inteirinha de reuniões - acreditam que não tive sequer tempo para ir à casa de banho?- e, chegada a casa, jantar para fazer, dois cestos de roupa para passar, e cansaço, tudo em mim cansaço!

 

E, de repente, o homem da casa, a provocar-me "calça os ténis, vai correr!". E , de repente, eu a pegar uma musiquinha, o meu cardiofrequencoiso e a pôr-me a andar, digo, correr. 

 

 

Foram só 25 minutos de corrida e marcha acelerada, mas ainda tenho tês meses e 29 dias, para chegar lá {#emotions_dlg.lol}

Dois ou três avisos, diz quem sabe, que eu disto não sei nada. Ténis apropriados para correr, com caixa de ar, diz quem sabe, os meus são velhinhos, velhinhos, mas vão-se aguentando; cardiofrequencímetro, porque as pernas e o coração têm de andar de braço dado, o que é uma imagem meio estranha, mas ideal; e o saquinho próprio para correr, que é o adereço que faltava, para a minha música, que dá "pica", o telemóvel, para as emergências, e a água, claro!, porque hidratação é fundamental... 

Parece-me que me faz falta, agora, um refletor, dizem...

 

...aqui, deste lado da montanha.

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Sem desculpas

por Ni, em 17.03.13

Hoje era o dia certo para passar das palavras aos actos, como tinha anunciado aqui. O melhor dia para recomeçar a atividade desportiva é sempre um dia em que não se tem tempo para ginásios, em que a chuva não nos deixa ir lá para fora correr ou andar de bicicleta, em que estamos sozinhos com os dois miúdos desocupados. Ultrapassado o dia de hoje, todos serão mais fáceis!

 

O tempo foi o de procurar em todos os cantos todos os objetos empoeirados que deviam servir para fazer ginástica e transformar a sala em ginásio. Afinal, acabei por não usar nada, porque, para nos mexermos, não é assim tão importante termos material...

 

Eu confesso, nestas andanças do desporto, tenho dois factos a meu favor: primeiro, gosto muito; segundo, faço exercício desde que me lembro, sempre de uma forma mais ou menos regular, desde aeróbica, step, dança, natação, hidroginástica, manutenção, pilates, spinning, body combat, karaté, enfim... fui-me adaptando ao que havia nos diferentes lugares onde estive a trabalhar. Parecendo que não, há duas ou três coisas fundamentais que se aprendem com a prática: a necessidade de fazer um bom aquecimento;  a importância dos alongamentos finais e um cuidado especial com a postura.

 

Tirando isso, pus o CD de música da miúda, selecionei 2 ou 3 vídeos no youtube e foi só acompanhar. Resultado: 45 minutos de saltos, dança e suor! Claro que hoje tive companhia, mas, principalmente, foi divertido!

 

 

...aqui, deste lado da montanha.

 

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A dieta da Ni

por Ni, em 17.03.13

Não faço dieta. Contrariamente ao que se poderia pensar, pela minha alusão aos meus dois, vá lá três, quilos a mais, não faço dieta. Mas tenho uma dieta.

A minha dieta é um comprmisso entre comer o que gosto e sentir-me bem.

Eu gosto de comer. Gosto muito de comer; não imagino que tivesse de deixar de o fazer. Mas sou vaidosa - não o somos todos? - e gosto de me olhar no espelho e de me sentir bem. Não é estar magra, até porque eu nunca serei magra, nunca fui. Fui uma bebé bucha, foi uma menina gorducha, fui uma adolescente grande e, confesso, no limite, hoje sou uma falsa magra, atendendo mais ao que todos acham ser normal (e é gordura) do que aos números. 

 

Engordo, quando como muito e faço pouco exercício; emagreço, quando como pouco e faço muito exercício. Uma regra simples que teoricamente todos dominam. Não há nada de novo nisso, não há magia, nem facilidades, nem truques. Aqui, só um segredo, um único: tenho tanto prazer a fazer exercício como a comer, e, sim, isso implica que também não imagino que tivesse de deixar de o fazer.

 

Como porque gosto e isso me faz feliz. Mexo-me porque gosto e isso me faz feliz. Um compromisso entre dois prazeres.

 

Por vezes o equilíbrio dos prazeres estremece e eu não preciso de olhar para a balança para saber que preciso de comer menos e fazer mais exercício. Isso sente-se. Físicamente e na alma. 

 

E eu podia dizer que não tenho tempo para fazer exercício e estaria a mentir , como mentem aqueles que dizem que não têm tempo para ler. Posso não ter tempo para ir ao ginásio, ou às aulas de grupo (que eu adoro!), ou andar de bicicleta, ou correr... mas isso seria mentira. Há sempre meia hora para saltar atrás de uma janela, ou dançar em frente a um ecrã...

 

E hoje é o dia zero. O dia ideal para começar a repor o equilíbrio que anda meio desconfigurado, pelas imposições do tempo. Hoje é o dia ideal, porque não tenho tempo... se o conseguir hoje, conseguirei, também, amanhã. Quatro meses até ao verão, quatro quilos para perder. Quem alinha?

 

 

 

...aqui, deste lado da montanha.

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