Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]
Já se sabe, não sou crítica confessa, dada a pretensões de Pedro Boucherie Mendes (de quem sou fã, admito) com a sua legião de milhares de seguidores para o bem e outros tantos seguidores para o mal, não sou fazedora de opiniões, nem de modas, nem de bolos, nem do que quer que seja.
Aquilo que aqui escrevo é para os meus dois, vá lá três, leitores, agora quatro, porque não posso esquecer o meu anónimo de Mountain View que insiste em permanecer anónimo...
São guerras minhas, é certo, mas quem não travou já uma guerra contra estes inimigos, ou não chegou aos vinte e não sabe o que é a celulite, ou não chegou aos trinta e não sabe o que é bolor. Esses, podem parar de ler, por favor e vão dar uma voltinha por aqui.
Aos outros dois, vá lá, três, agora quatro, leitores, este foi o inimigo que eu hoje tive de enfrentar:
Noutros tempos, usei contra tão feroz inimigo aquela que considerava a única arma possível: lixívia! Mas hoje, filhos alérgicos assumidos, para evitar (mais) idas ao hosital com crises de falta de ar, há que fazer experiências: este, porque toda a gente usa, e este, porque não tem cheiro.
O primeiro é excelente e imediato. Depois de dez minutos, não há pintinha preta para contar história, mesmo sem esfregar. Tem lixívia, sim, porque a minha roupa ficou toda manchada. O outro, mais demorado, é preciso esfregar, parece-me de atuação mais prolongada, do género de matar por dentro, mesmo que não se veja por fora, enquanto o primeiro é mais uma maquilhagem bem feita que elimina por fora, mas que me deixa algumas dúvidas quanto à duração. Usei o primeiro na casa de banho e cozinha e o outro no quarto do miúdo. Agora, esperar para secar e, depois, pintar a gosto...
Já agora, não esquecer de colocar luvas, óculos e máscara. Mesmo parecendo que não, estes produtos fazem os seus estragos na pele e nos olhos:
...aqui, deste lado da montanha.