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Novidades: Depois de uma angústia suprema com a "porcaria" dos antibióticos (claritromicina) , fui há pouco consultar um otorrino (também porque a GO me aconselhou a fazê-lo) e eis que: NADA DE ANTIBIÓTICOS, afinal NÂO é uma laringite... É refluxo que me queimou as cordas vocais (seu danado!). Eu bem que achava que tinha cá um vulcão, quando começou a dor de garganta... Bem, não há antibióticos, mas há um "não-sei-o-quê" (omeprazol) para protecção do estômago. Mas, agora, eis a questão: não é possível apenas corrigir a dieta? Eu não sinto azia (e ainda bem), mas pelos vistos, tenho-a...hum... estou-me a passar...
Para os incultos, como eu, aqui fica uma explicação:
Refluxo gastroesofágico pode afetar também a laringe e a faringe
Se você tem com freqüência pigarro, tosse crônica, rouquidão e dor de garganta, atenção! O culpado por isso pode ser o refluxo, um retorno do conteúdo ácido do estômago para o esôfago, que pode também atingir a laringe e a faringe. Todos nós apresentamos, normalmente, vários episódios de refluxo ao longo do dia, principalmente após as refeições. Porém, quando o refluxo se torna excessivo, causando sintomas ou lesões, denomina-se doença do refluxo gastro-esofágico (DRGE).
O quadro clássico costuma se manifestar com dores no estômago, má digestão e queimação na altura do esôfago. O sintoma mais comum é a azia (pirose), que ocorre por causa da acidez elevada do suco gástrico refluído. O ácido atinge regiões não preparadas para esse contato, provocando inflamação crônica.
Estudos realizados nos últimos dez anos mostram a incidência da forma atípica de manifestação da doença, chamada de refluxo laringofaríngeo, problema que está chamando a atenção dos especialistas. Quando ultrapassa o esôfago e sobe até a garganta, pode ferir as cordas vocais e a faringe, afetando assim a saúde vocal e prejudicando principalmente os profissionais da voz, como professores, cantores, locutores.
E pronto!
Agora é só decidir se tomo este medicamento ou não...
Meu amor, já há muito tempo devia ter escrito este texto, mas, se calhar, tenho andado todos os dias à espera de chegar ao outro lado da montanha. És um tesouro pequenino (tens agora 15 semanas dentro da minha barriga), mas muito, muito precioso.
A tua madrinha Márcia, dominada pelo síndroma de irmã mais nova, diria que não te escrevi antes porque és o segundo filho... Talvez. Talvez a tua mana me (te?) roube um pouco do tempo que tenho para as palavras. E depois? Que importa? Se esse tempo é dividido em mimos e palavras de amor por ti, que importa que não apareça em palavras? És muito desejado. Mas ao meu desejo e ao do teu papá, juntou-se o da tua mana, que acordava de noite a gritar que queria um mano, que não tinha ninguém e, por isso, QUERO UM MANO!