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A enfermeira colocou-a sobre a minha barriga. Senti-a molhada, quente, de cabelos negros ensanguentados, chorosa (talvez pela antecipação de um momento que só estava previsto para um mês mais tarde) e soube naquele segundo rápido, rápido demais, em que ela tocou a minha pele pela primeira vez que uma parte de mim seria dela para sempre. O meu coração. Há nove anos atrás.
... aqui, deste lado da montanha.