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Não percebo de sapatos. Nada. Zero. Bem, talvez só um bocadinho, de vista. Sei o que são uns Louboutin. Já os vi. Sei o que são uns Manolo Blahnik. Já os vi. Sim, também vi a Sarah Jessica Parker...

Mas não é preciso ser a Sarah Jessica Parker para perceber que não basta calçar o raio dos sapatos de salto. Para valer, tens de usar os sapatos como se eles fossem a continuação natural da tua perna e não um mecanismo de tortura que alguém criou só para te fazer infeliz.

 

Não percebo de mulheres que não sabem usar sapatos. Não percebo de casamentos em que mulheres que não sabem usar sapatos, ao fim de uma hora, num evento que é suposto ter, vá lá, dez horas, já se encontram de sapatos baixos. Já troquei muitas vezes de sapatos durante casamentos, aliás, no meu casamento troquei quatro vezes de sapatos, mas quando a troca se impõe não nos podemos esquecer da roupa que temos vestida... Nunca, nunca abandonar os saltos altos com vestido de cerimónia.

Porque isto até pode parecer confortável (não a mim), mas, convenhamos, se mais acima tens um vestidinho justo de cetim, acabadinho de estrear, vai parecer estranho, não?!

 

 

 

Ah! Já agora, também não é má ideia aprender a andar de saltos altos. Treinem em casa! É melhor do que parecer que têm alfinetes espetados nos pés.

 

...aqui, deste lado da montanha.

 

 

 


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A bruxa em mim

por Ni, em 23.04.12

Não se cansam das pessoas que são sempre "boazinhas"? Não tenho paciência para pessoas maravilhosas, altruistas, que assumem as dores dos outros como suas e lutam até à exaustão por causas que, muitas vezes, são vazias. Não tenho paciência para pessoas que dizem o que é bonito. E adoram os pobres e os doentes e os desempregados e as crianças e os animais (e não necessariamente por esta ordem). 

 

Julguem-me. Condenem-me. 

Raios! Difícil, hoje, é ter uma "vidinha".

 

 

...aqui, deste lado da montanha.

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serviço despertar

por Ni, em 18.02.12

Mais um maravilhoso acordar patrocinado pelos meus filhos. Ah! Não compreendo como pode haver quem não goste de, depois de umas noites mal dormidas, chegar ao sábado de manhã e ser acordado por encontrões nas costas, puxões de cabelos, dedos a puxar os olhos, estalidos de boca irritantes e, no limite, as agudas e enervantes vozes de um a chorar e do outro a cantar "ai se eu te pego"... É. Não tenho dúvidas. Quando eles forem grandes, como toda a gente me diz, ainda vou ter saudades disto... Impossível não ter...

 

...aqui, deste lado da montanha.

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Anonimato

por Ni, em 05.07.10

O problema dos blogues é que dizemos hoje a um amigo, amanhã à prima, colocamos uma foto, sem querer, e, a dada altura percebemos que, se calhar, não podemos escrever tudo o que nos apetece. É tramado!...

Tirando isso, há pessoas pouco inteligentes que acham que se disserem coisas pouco inteligentes parecem inteligentes... não consigo compreender como...

 

...aqui, deste lado da montanha.

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Princesa Bruxinha (2)

por Ni, em 25.01.10

 Estou triste com a minha Princesa. 

 

Esforço-me, esforço-me, mas todos os dias tenho de ralhar com ela, pô-la de castigo...

Parece-me que a toda a hora. O que se passa com ela? O que se passa comigo? Às vezes parece que vou dar em doida e só me apetece...

 

 

 

... aqui, deste lado da montanha.

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Princesa Bruxinha

por Ni, em 17.10.09

 Tenho esta teoria um pouco louca, um pouco séria de que todas as mulheres são princesas e bruxas, apenas a proporção de uma ou de outra é variável. Por vezes mostramos mais o nosso lado princesa, outras vezes, comparada connosco, a bruxa má da Branca de Neve é a Madre Teresa de Calcutá...

Isto tudo, não para falar sobre mim, mas para falar da Princesa cá da casa. Como se adivinha, ela é a minha mais-que-tudo, é o meu amor incondicional. E, talvez por isso, o seu lado princesa é sempre o que impera. MAS, ontem descobri que a minha filha, como qualquer ser do sexo feminino, também tem o seu ladozinho de bruxinha. Que super-birra que ela fez! Sabem aquelas birras que nós usamos para definir as crianças mal-educadas? Ela conseguiu fazer tudo: atirar coisas ao chão, chamar-me nomes (vá lá que o palavrão mais ofensivo que ela conhece é feia...), dar pontapés nas portas, paredes, cadeiras, atirar-se ao chão, puxar as orelhas e arranhar-se (crise de auto-mutilação), gritar até ficar sem voz, ameaçar-me (Vou arranhar-te!!). Isto durante uns dez minutos e já de castigo no quarto. Se me contassem, eu não acreditava...

Resultado: está de castigo, sem ver o Panda (atenção, que isto é terrível) até me passar a recordação das cenas tristes.

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