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O outro lado de ser professora

por Ni, em 06.06.12

  

 

Nunca mais aprendo... Mania de querer fazer coisas!! Era tão mais fácil ficar no meu canto só, só a dar aulas...

 

Já tinha dito, muito alto para todos ouvirem, que até ao final do ano não me ia envolver em mais nenhuma atividade. Parece que me esqueci foi de avisar-me desta decisão. É mais forte do que eu. Olho para uma pessoa, tenho uma ideia, quando me apercebo, sem saber como, estou a dizer em voz alta aquilo que julgava estar a acontecer só na minha confusa mente. Se, por acaso, não me dizem que não, mas também nunca dizem que sim, lá estou eu já a ver o que é preciso, a falar com os miúdos, a mandar e-mails, a anunciar mais uma atividade...

 

E tanto relatório para fazer!! Tanta reunião para preparar! Sim, declaradamente, tenho um lado em mim masoquista.

 

...aqui, deste lado da montanha.

 

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Vai ser dose

por Ni, em 06.06.12

 

Passei por cá só para dizer que estou mesmo, mesmo ocupada. Esta semana vai ter dias tããããõooo compridos... e algo me diz que, mesmo esticados ao limite, não vão chegar.

 

...aqui, deste lado da montanha.

 

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As horas

por Ni, em 01.06.12

Não sei se, hoje, o que há em mim é sobretudo cansaço, ou se sou como um quarto com inúmeros espelhos fantásticos que torcem para reflexões falsas uma única anterior realidade que não está em nenhuma e está em todas, ou se sinto todo o meu corpo deitado na realidade, sei a verdade e sou feliz, ou se meu coração é um balde despejado, mas, hoje, só Pessoa poderá dividir comigo as horas da noite.

 

...aqui, deste lado da montanha.

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Mudar de vida (ainda)

por Ni, em 22.05.12

Gosto de mudar de vida. Mudar de vida é bom. Eu estou sempre a mudar: de terra, de casa, de trabalho, de gostos, de ideias... Do que eu não gosto é de comodismos entristecidos pelas desculpas daqueles que nasceram sem a capacidade de tentar.

As maiores derrotas não são não chegar ao outro lado da montanha, as maiores derrotas são não procurar o caminho para chegar lá. Não importa se te apercebes que tomaste o caminho errado, o que importa é que foste capaz de deixar a sombra da árvore da encruzilhada, porque as sombras são ótimas quando está sol, mas, ao anoitecer, podem ser extremamente sombrias para quem se deixa ficar.

 

Assim, e só, só para ti: sai de debaixo da árvore que eu prometo fazer o caminho contigo e, se tivermos de voltar para trás, aquecemo-nos um ao outro...

 

...aqui, deste lado da montanha.

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Mudar de vida

por Ni, em 14.05.12

Se eu, agora, decidir desligar o computador, deixar os trabalhos da escola por fazer, as camas por arrumar, a roupa por dobrar, e calçar umas sapatilhas, e for correr, na praia, de preferência, isso também é mudar de vida, não??! E posso? E logo, não vou ter vontade de me suicidar por ter tentado mudar de vida?

 

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Sapatos e outras futilidades

por Ni, em 07.05.12

A propósito de tudo e de nada, não nos basta calçar uns lindos sapatos de salto alto, é preciso aguentarmo-nos em cima deles.

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Hoje

por Ni, em 04.03.12

Acordo angustiada. Um pesadelo. Desta vez com a minha filhota. Sonhei que me tinha esquecido dela adormecida num apartamento em Coimbra. Como é que é possível? Esta angústia, este sofrimento? Como é possível sonhar que me esqueceria dela?

 

Ando atormentada por julgar que vezes demais sou exigente demais. Quero sempre que ela seja educada, que tenha maneiras, que se porte bem.

 

Acho que vivo atormentada pelos muitos miúdos com quem lido diariamente e a quem faltou, e falta, uns limites. Os miúdos não são maus, não têm má índole, mas, alguns, perderam a noção de quais são os limites, de até onde podem ir. Fazem coisas maravilhosas, sabem muitas coisas, mas perdem-se "pelas laterais".

Eu não quero que os meus filhos se percam, mas também não quero que eles me vejam como inflexível, exigente, dura... Ah! Educar é tão difícil! É tão mais fácil deixá-los comer com as mãos, sair da mesa quando querem, adormecer no sofá à hora que querem, é tão mais fácil. Decerto não teria pesadelos...

 

...aqui, deste lado da montanha.

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Mais uma vez lembro uma expressão que a minha mãe costuma usar: "pelos amores novos, esquecem-se os velhos". Vem  a propósito deste afastamento do blog e da internet. Já há algum tempo me andava a fartar das horas passadas em frente ao portátil: blog, email profissional, email pessoal, email da escola, facebook, blog da escola... mais uns comentários, e umas inter-conversas que me parecem sempre estranhas demais, e umas fotos, e umas ligações e, quando eu reparava, horas de ir dormir...

 

Ora, eu não sou muito dada a coisas que não resultam em nada, ou, pior ainda, resultam em relações estranhíssimas de afinidades extremas com pessoas que não te são nada e de silêncio abismal com pessoas que te são alguma coisa, por isso, resolvi que tinha mais o que fazer e fiz-me à vida, isto é, fiz-me ao crochet. Num mês, já fiz dois xales, um cachecol e mais não sei quantos quadradinhos para uma manta de retalhos para os miúdos... Eh! Eh! Estou mesmo apanhada!Até sou capaz de publicar aqui uma foto ou duas das minhas experiências.

 

...aqui, deste lado da montanha.

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Palavras a mais

por Ni, em 04.03.12

Porque tenho aparecido pouco por cá, parece-me que as palavras se amontoam nos meus dedos e nos meus pensamentos. Sinto as ideias revolvidas e custa-me a escrever seja o que for. Estou sob a alçada da desorganização gráfica e não sei se conseguirei encontrar o fio de Ariadne.

 

...aqui, deste lado da montanha.

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Manias

por Ni, em 07.02.12

Gosto de ouvir as pessoas. Gosto, principalmente, quando me surpreendem com algo espantoso. Gosto que as pessoas me espantem. Gosto de pensar que alguém que não pensa como eu, também pensa bem, mais que  não seja, porque pensa. Gosto de pessoas que pensam. Não têm de ter a mesma opnião que eu e nunca, nunca, têm de dizer algo que eu já disse. Não há nada mais aborrecido do que uma pessoa que diz aquilo que já se disse, noutro momento, noutro dia. As nossas palavras na boca de outra pessoa têr um não sei o quê de criminoso. Deveria ser considerado plágio, até mesmo quando as pessoas só o fazem para nos agradar, porque, na verdade, nada me desagrada mais.

...aqui, deste lado da montanha.

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