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Meu amor, já há muito tempo devia ter escrito este texto, mas, se calhar, tenho andado todos os dias à espera de chegar ao outro lado da montanha. És um tesouro pequenino (tens agora 15 semanas dentro da minha barriga), mas muito, muito precioso.
A tua madrinha Márcia, dominada pelo síndroma de irmã mais nova, diria que não te escrevi antes porque és o segundo filho... Talvez. Talvez a tua mana me (te?) roube um pouco do tempo que tenho para as palavras. E depois? Que importa? Se esse tempo é dividido em mimos e palavras de amor por ti, que importa que não apareça em palavras? És muito desejado. Mas ao meu desejo e ao do teu papá, juntou-se o da tua mana, que acordava de noite a gritar que queria um mano, que não tinha ninguém e, por isso, QUERO UM MANO!