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"Já não podia continuar a enganar-se. Aquela brincadeira tornara-se desesperante, um sufoco. Agora, os olhos de Laura não passavam de um labirinto onde estava perdido, enredado, prisioneiro.
- Alô! Estou a falar contigo!
Virou-se e encontrou os olhos dela, que procuravam uma resposta nos seus. Porque é que as perguntas dela já não eram as certas para as respostas que ele tinha?
- Sim, estou a ouvir-te..."
...aqui, deste lado da montanha.