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Hoje devia escrever acerca da alegria de ser mãe, de como os meus filhos encheram a minha vida de felicidade; devia escrever acerca do amor, que não se pode medir porque não tem fim, que sinto por eles. No entanto, ao escolher as palavras certas, tropeço sempre no teu nome: tu que com o teu amor me fizeste mãe, tu que me ajudas, todos os dias, a ser uma mãe melhor, tu que divides comigo as tristezas de os ver tristes, de os ver doentes, tu que me dás a força de um pai, quando uma mãe precisa da força de um pai...
A mãe que hoje sou não é feita só de mim, nem de amor maternal. A mãe que hoje sou é feita de mim contigo a meu lado.
...aqui, deste lado da montanha!