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Prenúncios da chuva

por Ni, em 23.07.13

"Pedro calou-se enquanto revia as possibilidades de si nos cabelos de Ana Cristina. Se pelo menos aquilo que sentia por ela fosse mais físico, mas não, nunca fora físico, nunca um corpo no outro. Não havia nada de físico entre eles. Física apenas."

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as palavras que nunca te direi

por Ni, em 23.07.13

Se pudesse dizer-te o que penso sem que me julgasses, se pudesse dizer-te, sem que da tua boca saísse um mas que calasse todas as palavras que eu pudesse dizer-te, dir-te-ia para fazeres aquilo de que gostas, para mudares de vida, para procurares a saída desse teu bem-estar plácido e morno que te causa tanto mau-estar. Se eu pudesse dizer-te, sem que me atirasses mil razões racionalmente desconcertantes, dir-te-ia que o momento é sempre este. Que tens de arriscar perder para poderes ganhar. Ou não! Porque tudo pode acabar num não. Tentado. Ao limite.

 

Se pudesse dizer-te, sem que me dissesses mas tu, dir-te-ia que é preciso fazer, procurar, vasculhar, arriscar, mesmo quando todos, TODOS te dizem que nunca vai dar certo, que nunca vais habituar-te. E antes que dissesses mas tu, contar-te-ia uma história. E nessa história também havia uma mulher colocada longe de casa, e ela também tinha uma filha pequenina, pequenina, mas (e repara na desiguladade deste mas) fazia o que mais gostava. E repara, a mulher soube que o momento era aquele. Há momentos em que tudo se faz à volta de um não, à volta de um sim. Repara, ainda, dir-te-ia eu, que essa mulher não foi atrás de um sonho. Não. Aquela mulher, louca (todos lhe chamavam louca, jamais iria habituar-se, diziam-lhe), estava a fazer o contrário, a lutar para deixar a sua paixão. E ainda assim valeu a pena estender os braços às oportunidades, para perceber que o coração é grande, que há sempre lugar para mais paixões...

 

Se pudesse dizer-te, dir-te-ia apenas "Vai. Sai de casa. Inscreve-te num curso. Aproveita o teu dom. Depois, faz o que não gostas até poderes fazer o que gostas. É o tempo de perceberes quais as oportunidades que tens de perseguir. E, às vezes, muitas vezes, nem é preciso correr muito. Elas estão ali ao lado, é só o esforço de estender o braço...

Se pudesse dizer-te, dir-te-ia que não é tarde (nunca é tarde), que sim, que já tens de ir para onde te mandam, mas que podes fazer desvios pelo caminho. Desvia-te um pouco, só um pouco... Estende o braço!

 

 

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as palavras que nunca te direi

por Ni, em 23.07.13

Se pudesse dizer-te o que penso sem que me julgasses, se pudesse dizer-te, sem que da tua boca saísse um mas que calasse todas as palavras que eu pudesse dizer-te, dir-te-ia para fazeres aquilo de que gostas, para mudares de vida, para procurares a saída desse teu bem-estar plácido e morno que te causa tanto mau-estar. Se eu pudesse dizer-te, sem que me atirasses mil razões racionalmente desconcertantes, dir-te-ia que o momento é sempre este. Que tens de arriscar perder para poderes ganhar. Ou não! Porque tudo pode acabar num não. Tentado. Ao limite.

 

Se pudesse dizer-te, sem que me dissesses mas tu, dir-te-ia que é preciso fazer, procurar, vasculhar, arriscar, mesmo quando todos, TODOS te dizem que nunca vai dar certo, que nunca vais habituar-te. E antes que dissesses mas tu, contar-te-ia uma história. E nessa história também havia uma mulher colocada longe de casa, e ela também tinha uma filha pequenina, pequenina, mas (e repara na desiguladade deste mas) fazia o que mais gostava. E repara, a mulher soube que o momento era aquele. Há momentos em que tudo se faz à volta de um não, à volta de um sim. Repara, ainda, dir-te-ia eu, que essa mulher não foi atrás de um sonho. Não. Aquela mulher, louca (todos lhe chamavam louca, jamais iria habituar-se, diziam-lhe), estava a fazer o contrário, a lutar para deixar a sua paixão. E ainda assim valeu a pena estender os braços às oportunidades, para perceber que o coração é grande, que há sempre lugar para mais paixões...

 

Se pudesse dizer-te, dir-te-ia apenas "Vai. Sai de casa. Inscreve-te num curso. Aproveita o teu dom. Depois, faz o que não gostas até poderes fazer o que gostas. É o tempo de perceberes quais as oportunidades que tens de perseguir. E, às vezes, muitas vezes, nem é preciso correr muito. Elas estão ali ao lado, é só o esforço de estender o braço...

Se pudesse dizer-te, dir-te-ia que não é tarde (nunca é tarde), que sim, que já tens de ir para onde te mandam, mas que podes fazer desvios pelo caminho. Desvia-te um pouco, só um pouco... Estende o braço!

 

 

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as palavras que nunca te direi

por Ni, em 23.07.13

Se pudesse dizer-te o que penso sem que me julgasses, se pudesse dizer-te, sem que da tua boca saísse um mas que calasse todas as palavras que eu pudesse dizer-te, dir-te-ia para fazeres aquilo de que gostas, para mudares de vida, para procurares a saída desse teu bem-estar plácido e morno que te causa tanto mau-estar. Se eu pudesse dizer-te, sem que me atirasses mil razões racionalmente desconcertantes, dir-te-ia que o momento é sempre este. Que tens de arriscar perder para poderes ganhar. Ou não! Porque tudo pode acabar num não. Tentado. Ao limite.

 

Se pudesse dizer-te, sem que me dissesses mas tu, dir-te-ia que é preciso fazer, procurar, vasculhar, arriscar, mesmo quando todos, TODOS te dizem que nunca vai dar certo, que nunca vais habituar-te. E antes que dissesses mas tu, contar-te-ia uma história. E nessa história também havia uma mulher colocada longe de casa, e ela também tinha uma filha pequenina, pequenina, mas (e repara na desiguladade deste mas) fazia o que mais gostava. E repara, a mulher soube que o momento era aquele. Há momentos em que tudo se faz à volta de um não, à volta de um sim. Repara, ainda, dir-te-ia eu, que essa mulher não foi atrás de um sonho. Não. Aquela mulher, louca (todos lhe chamavam louca, jamais iria habituar-se, diziam-lhe), estava a fazer o contrário, a lutar para deixar a sua paixão. E ainda assim valeu a pena estender os braços às oportunidades, para perceber que o coração é grande, que há sempre lugar para mais paixões...

 

Se pudesse dizer-te, dir-te-ia apenas "Vai. Sai de casa. Inscreve-te num curso. Aproveita o teu dom. Depois, faz o que não gostas até poderes fazer o que gostas. É o tempo de perceberes quais as oportunidades que tens de perseguir. E, às vezes, muitas vezes, nem é preciso correr muito. Elas estão ali ao lado, é só o esforço de estender o braço...

Se pudesse dizer-te, dir-te-ia que não é tarde (nunca é tarde), que sim, que já tens de ir para onde te mandam, mas que podes fazer desvios pelo caminho. Desvia-te um pouco, só um pouco... Estende o braço!

 

 

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Assalto

por Ni, em 23.07.13

Hoje as minhas personagens voltam a assaltar-me. Loucas!

Hoje os demónios não se conciliam com os livros. 

Se pudesse, escreveria interminavelmente, mas os dedos são lentos. Demais. Recapitulo. Contento-me comigo. Regresso.

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