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Gosto

por Ni, em 20.03.12

Gosto tanto deste outro lado que me apetece cá voltar todos os dias. Ah! Adoro quando me apetece voltar...

 

...aqui, deste lado da montanha.

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Mãos à horta

por Ni, em 20.03.12

A horta não é minha. Sim, aqui em casa, há coisas que são minhas e há coisas que não são minhas: a horta não é minha. Mas o dono da horta anda ocupado demais com funções e derivadas, e eu achei que também era minha função não deixar as pobres três raízes de alface, que teimavam em resistir, passarem a derivadas de um qualquer domínio seco e ressequido da função que têm na terra. Assim, na semana passada, plantei alfaces, salsa, courgettes, alho francês e tomateiros.

Agora, tenho ido lá espreitar todos os dias, mas isto não são catos... nunca mais crescem {#emotions_dlg.sad}!!

 

...aqui, deste lado da montanha.

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Viciados

por Ni, em 18.03.12

Com as últimas obras, o homem da casa decidiu que queria construir um forno. Análise de custos, esboços do lugar que lhe estava destinado, pedido de opiniões, pesquisa na internet... Fez-se o forno. Eu não queria o forno, mas, como a casa é nossa... fez-se o forno. 

 

Confesso que julguei que iria utilizar o forno, no máximo, três vezes por ano, e, também por isso, não queria o forno. Um dia, acordámos e achámos que tínhamos de rentabilizar o investimento. Cabrito assado e um pãozito, meio pão, meio massa, meio pedra. Mas o cabrito estava um luxo!

 

As tentativas seguintes, sempre com um assado, foram melhorando: primeiro carvão, depois, insosso, depois, um pouco alentejano, depois, assim-assim... 

 

Hoje foi dia de experiências. Foi o meu amor grande que pôs as mãos na massa e a coisa resultou mesmo. Agora, arruma-se no congelador e está sempre, todos os dias, macio e fofo, como se tivesse acabado de ser feito. O melhor é que, para além de muito mais barato, é MUITO mais saboroso.

 

 

 

Deliciámo-nos a comer pão quente com manteiga. São tentações às quais é impossível fugir. Parece-me que estamos viciados...

 

...aqui, deste lado da montanha.

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Caminhos

por Ni, em 18.03.12

O outro lado mudou de visual. Repararam, não? Já muito pouco havia com que me identificasse. Aquele outro lado era clean demais, zen demais, uma linha muito reta, por um caminho sempre a direito. Nunca sentiram que estão numa fase de mudança em que as coisas parecem querer deixar de ser? Assim está a minha vida: cheia de coisas, mil coisas. Uma manta de squares coloridos.

 

Não importa. Os caminho são muitos, os trilhos vão mudando, obrigando-me a fazer escolhas, mas o objetivo continua a ser, afinal, ainda, o outro lado da montanha.

 

Ah! E a minha imagem de perfil? Alguém reconhece? "Eu by Di".

...aqui, deste lado da montanha.

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Fotografia

por Ni, em 18.03.12

 

 

 

 

 Só para partilhar esta pequena maravilha, resultado de algumas tentativas com a minha máquina fotográfica. 

 

... aqui, deste lado da montanha.

 

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Jardinagem

por Ni, em 17.03.12

Não acredito em relações à distância. Não acredito em amores à distância, nem namoros à distância, nem casamentos à distância. Perdoem-me os crentes. Também não acredito em amizades à distância. Todos sabem.

 

Mas acredito em pessoas-catos. Adoro catos. Acho que foi uma outra das heranças da Tia. Os catos são maravilhosos. Não precisam de cuidados diários, aguentam muito tempo sem serem regados, sobrevivem a grandes ausências...

 

Tenho, pois, alguns amigos-catos. Passamos algum tempo separados, mas, no reencontro, umas gotas de água são suficientes para os alimentar. 

Ah! E nunca confiem na morte de um cato. Têm uma capacidade surpreendente de renascer com qualquer gestinho mínimo de amor. Vejam só: como prenda de anos da minha filhota, a minha avó Mimi, (a avó das prendas estranhas e inesquecíveis que tanto podem ser areia do chão de um qualquer sítio onde foi, uma caixa de fósforos ou uns versos nas asas de um anjo) enviou-lhe um chocolate e uma folha de um cato. A folha esteve esquecida num saco de plástico uns quinze dias, depois, mais um mês para eu me lembrar de a enterrar em qualquer lado, só para não ir para o lixo, a ver o que é que dá. Hoje, isto:

 

(é a do cantinho da esquerda, cheia de flores)

 

A propósito, sabiam que todos os catos têm flores? A Tia dizia sempre "um dia veio cá a casa o Doutor Qualquer Coisa (que devia ser, pela solenidade que emprestava à voz, um entendido no assunto) e disse-me que todos os catos dão flores, podem levar anos, mas dão". A verdade é que quando resolvi que aqueles catos precisavam de um bocadinho de terra nova, vasos novos, amor novo, um dia cheguei lá a casa e um cato em que eu nunca vira flor, nos muitos anos em que por ali andei, de repente, surgiu-me assim com uma flor tão imensamente bela que julguei que alguém ali tinha posto um flor artificial...

 

...aqui, deste lado da montanha.

 

 

 

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Tempos sem tempo II

por Ni, em 15.03.12

Ando num corropio:

Trabalho, trabalho, trabalho, na escola, com a chegada do final do período, mais as atividades em que continuo a teimar em envolver-me.

Os meus alunos que estão cada vez mais adolescentes e, se a adolescência é uma fase difícil nos alunos ditos normais, o que dizer da adolescência dos "especiais"?

Médico, farmácia, hospital, porque os miúdos teimam em não melhorar e, desta vez, até deu para ver que algo pior que um filho doente, só mesmo, dois filhos doentes... Uma perna para dar colo a cada um e as quantidades/horas dos medicamentos todas registadas em papel, por causa das confusões. 

Enfim, não há dúvida que, entre trabalho, filhos, casa, amor grande a estudar à noite, é também a altura certa para eu resolver ir tirar o mestrado...

É o caos total e irremediável. No centro, um único pilar, inabalável, e sempre, sempre presente: o meu amor-amigo-companheiro-amante...

 

...aqui, deste lado da montanha.

 

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Hoje

por Ni, em 04.03.12

Acordo angustiada. Um pesadelo. Desta vez com a minha filhota. Sonhei que me tinha esquecido dela adormecida num apartamento em Coimbra. Como é que é possível? Esta angústia, este sofrimento? Como é possível sonhar que me esqueceria dela?

 

Ando atormentada por julgar que vezes demais sou exigente demais. Quero sempre que ela seja educada, que tenha maneiras, que se porte bem.

 

Acho que vivo atormentada pelos muitos miúdos com quem lido diariamente e a quem faltou, e falta, uns limites. Os miúdos não são maus, não têm má índole, mas, alguns, perderam a noção de quais são os limites, de até onde podem ir. Fazem coisas maravilhosas, sabem muitas coisas, mas perdem-se "pelas laterais".

Eu não quero que os meus filhos se percam, mas também não quero que eles me vejam como inflexível, exigente, dura... Ah! Educar é tão difícil! É tão mais fácil deixá-los comer com as mãos, sair da mesa quando querem, adormecer no sofá à hora que querem, é tão mais fácil. Decerto não teria pesadelos...

 

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Mais uma vez lembro uma expressão que a minha mãe costuma usar: "pelos amores novos, esquecem-se os velhos". Vem  a propósito deste afastamento do blog e da internet. Já há algum tempo me andava a fartar das horas passadas em frente ao portátil: blog, email profissional, email pessoal, email da escola, facebook, blog da escola... mais uns comentários, e umas inter-conversas que me parecem sempre estranhas demais, e umas fotos, e umas ligações e, quando eu reparava, horas de ir dormir...

 

Ora, eu não sou muito dada a coisas que não resultam em nada, ou, pior ainda, resultam em relações estranhíssimas de afinidades extremas com pessoas que não te são nada e de silêncio abismal com pessoas que te são alguma coisa, por isso, resolvi que tinha mais o que fazer e fiz-me à vida, isto é, fiz-me ao crochet. Num mês, já fiz dois xales, um cachecol e mais não sei quantos quadradinhos para uma manta de retalhos para os miúdos... Eh! Eh! Estou mesmo apanhada!Até sou capaz de publicar aqui uma foto ou duas das minhas experiências.

 

...aqui, deste lado da montanha.

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Fio de Ariadne (4) ou Doce J.

por Ni, em 04.03.12

Tenho saudades da minha doce J. 

Queria descobrir as suas habiliades, acompanhar as gargalhadas, não perder uma conversa de gu-gu, da-da...

Ah! A distância pode magoar tanto! Enquanto tardo, vou enterrando as saudades nas fotografias, por que vou implorando...

 

Pois, este post é para vocês, please, please, fotos, fotos, fotos!!!

 

...aqui, deste lado da montanha.

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